Calvin a Presidente

27 February, 2006

Óh Ana Drago, adonde estavas no 25 de Abril?

Filed under: Etc — calvinpresidente @ 12:37 pm

Sim senhora…. ela é cada uma… já agora… qual é coisa qual é ela, que é vermelha por fora, e fascista por dentro?

Suponho que logo logo a seguir à prisão no tarrafal desses sacripantas jornalistas que insistem em fazer investigação, venha já a seguir o lápis azul… é que é já a seguir….

Que ideia genial, brilhante, nem o próprio Salazar, Fidel Castro, Mobutu Sezeseco, Ferdinando Marcus e outros que tais lhe ficam aquém. Mas ca coisa mai linda. Não se controla o ministério publico? Então… é assim…. não se consegue descobrir as fugas na própria procuradoria… invadem-se redações editoriais…. não se descobre os informantes prendem-se os jornalistas…. deixa ver mais… não se cria um processo interno para os tribunais, à prova de fuga… queimam-se os jornais onde sairem as noticias.. e se alguém as ler… tarrafal também!!!!!!!!!!

A próxima sugestão desta bloquista, vai ser colocar a foto do Louçã nas escolas, e ensina-lo com O grande pai da nação… qual Kim Jong Il cais carapuça. Louçã, Louçã, Louçã!!!! Abaixo os jornalistas imperialistas (e livres), viva o lápis azul

mais opinações: http://dn.sapo.pt/2006/02/23/opiniao/cuidado_eles_andam_ai.html

17 February, 2006

Avôs metralha conhecem sentença dia 1

Filed under: Etc — calvinpresidente @ 4:32 pm

 aqui fica a continuação do complemento de reforma 

A sentença de dois homens acusados de assaltar uma pastelaria e que, pela idade avançada, ficaram conhecidos por “avôs metralha”, é conhecida dia 1 de Março, anunciou a presidente do colectivo de juízes do Tribunal de Sintra.Vítor Rocha, de 71 anos, e Manuel Pires, de 67 anos, são acusados de dois crimes de furto a uma pastelaria nos arredores de Abrantes, que teriam realizado em 2004, com António Rosa, de 61 anos, entretanto falecido. O produto dos alegados roubos consistiria em artigos que normalmente se encontram em pastelarias, como chocolates, rebuçados e pastilhas elásticas.Na altura do segundo assalto, os homens estavam a ser vigiados pela Polícia Judiciária, no âmbito de outros alegados crimes de furto a ourivesarias do concelho de Sintra.Quando a presidente do colectivo de juízes que está a julgar o caso perguntou se os arguidos tinham informações a acrescentar à sua defesa, Manuel Pires alegou que o produto do roubo nunca foi encontrado.

in: http://jn.sapo.pt/2006/02/17/policia/avos_metralha_conhecem_sentenca_1.html

in:

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16 February, 2006

CONTO PROPAROXÍTONO

Filed under: Etc — calvinpresidente @ 4:04 pm

(Nota do calvin-a-presidente:Há muitas  duvidas quanto à real autoria deste texto… mas como é realmente fabuloso, aqui vai…)

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.
Um substantivo masculino, com aspecto plural e alguns anos bem vividos pelas preposições da vida.
O artigo, era bem definido, feminino, singular.
Era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.
Era ingénua, ilábica, um pouco á tona, um pouco ao contrário dele, que era um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos.
O substantivo até gostou daquela situação; os dois, sozinhos, naquele lugar sem ninguém a ver nem ouvir.
E sem perder a oportunidade, começou a insinuar-se, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu-lhe esse pequeno índice.
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro.
Óptimo, pensou o substantivo; mais um bom motivo para provocar alguns sinónimos.
Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeçou a movimentar-se.
Só que em vez de descer, sobe e pára exactamente no andar do substantivo.
Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela no seu aposento.
Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, suave e relaxante.
Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.
Ficaram a conversar, sentados num vocativo, quando ele recomeçou a insinuar-se.
Ela foi deixando, ele foi usando o seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo.
Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo directo.
 Começaram a aproximar-se, ela tremendo de vocabulário e ele sentindo o seu ditongo crescente.
Abraçaram-se, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples, passaria entre os dois.
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula.
Ele não perdeu o ritmo e sugeriu-lhe que ela lhe soletrasse no seu apóstrofo.
É claro que ela se deixou levar por essas palavras, pois estava totalmente oxítona às vontades dele e foram para o comum de dois géneros.
Ela, totalmente voz passiva.
Ele, completamente voz activa.
Entre beijos, carícias, parónimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais.
Ficaram uns minutos nessa próclise e ele, com todo o seu predicativo do objecto, tomava a iniciativa.
Estavam assim, na posição de primeira e segunda pessoas do singular.
Ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.

 Nisto a porta abriu-se repentinamente.
Era o verbo auxiliar do edifício.
 Ele tinha percebido tudo e entrou logo a dar conjunções e adjectivos aos dois, os quais se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.
Mas, ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tónica, ou melhor, subtónica, o verbo auxiliar logo diminuiu os seus advérbios e declarou a sua vontade de se tornar particípio na história.
 Os dois olharam-se e viram que isso era preferível, a uma metáfora por todo o edifício.
Que loucura, meu Deus.
Aquilo não era nem comparativo.
 Era um superlativo absoluto.
Foi-se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado aos seus objectos.
 Foi-se chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo e propondo claramente uma mesóclise-a-trois.
Só que, as condições eram estas.
Enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria no gerúndio do substantivo e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia transformar-se num artigo indefinido depois dessa situação e pensando no seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história.
 Agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, atirou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

15 February, 2006

Englix

Filed under: Etc — calvinpresidente @ 2:48 pm

The British Government has now co-signed the accord with the European Union commissioners are able to announce that agreement has been reached to adopt English as the preferred language for European science communications, rather than German, which was the other possibility. As part of the negotiations, the British government conceded that English spelling had some room for improvement and has accepted a five-year phased plan for what will be known as EuroEnglish (Euro for short).In the first year, “s” will be used instead of the soft “c”. Sertainly, sivil servants will resieve this news with joy. Also, the hard “c” will be replaced with “k”. Not only will this klear up konfusion, but typewriters kan have one less letter.

There will be growing publik enthusiasm in the sekond year, when the troublesome “ph” will be replaced by “f”. This will make words like “fotograf” 20 per sent shorter.

In the third year, publik akseptanse of the new spelling kan be expekted to reach the stage where more komplikated changes are possible. Governments will enkorage the removal of double letters, which have always ben a deterent to akurate speling. Also, al wil agre that the horible mes of silent “e”s in the languag is disgrasful, and they would go.

By the fourth year, peopl wil be reseptiv to steps such as replasing “th” by “z” and “w” by “v”.

During ze fifz year, ze unesesary “o” kan be dropd from vords kontaining “ou”, and similar changes vud of kors be aplid to ozer kombinations of leters.

After zis fifz yer, ve vil hav a reli sensibl riten styl. Zer vil be no mor trubls or difikultis and evrivun vil find it ezi tu understand ech ozer.

Ze drem vil finali kum tru.

10 February, 2006

Em fevereiro

Filed under: Etc — calvinpresidente @ 10:45 am

Em Fevereiro, há uma data muito importante, háááá… e o dia dos namorados também…

13 de Fevereiro, aniversário do nascimento do grande Agostinho da Silva. O homem que o comum dos mortais (como foi o meu caso) só conheceu (ou teve a oportunidade de conhecer) nas “Conversas Vadias”

13FEV_Agostinho.jpg

Aconselho vivamente a descobrirem o espólio literário deste grande pensador, eu ainda o estou a fazer.

De memoria, lembro-me do primeiro programa das Conversas Vadias, salvo erro foi com a Margarida Marante, em que ela se queixava que o filho não estava interessado em trabalhar, ao que o génio lhe respondeu “E faz ele muito bem, o ideal, era vadiar muito… e trabalhar pouco”.

Deixo aqui  outro texto, copiado do boletim nº 0 da associação Agostinho da Silva.

Um senhor e uma senhora cujos nomes não é preciso registar têm dois Gatos em comum, aliás Gato e Gata, que por sua natureza são dignos de todo o aprêço e se portam com seus amigos humanos de um modo que diríamos perfeito – e a êles os tenho ouvido muita vez louvarem os sobreditos animais. Há dias, porém, estando onde todos moram, dei por êle, Gato, a dizer, ou miar, para ela, Gata: “Como os nossos donos são cuidadosos e gentis. Coisa memorável da parte de quem só tem duas patas e está em geral tão preocupado em passar com elas à frente dos outros.”
 
In: Silva, Uma Folhinha de quando em quando.
Lisboa, Novembro de 1990
 

7 February, 2006

Ana Madragoa

Filed under: Etc — calvinpresidente @ 12:06 pm

Aqui fica uma homenagem a todos os vencedores. Vencedores, não porque tenham ganho alguma coisa, mas porque se recusam a ser vencidos. É verdade que da necessidade nasce a invenção, mas a coragem de se correr quando se calhar seria mais fácil parar e lamentar, vem cá de dentro.

Fica aqui o link e vai ser adicionado à lista da direita.

http://anamadragoa.blogspot.com/

gorro1.jpg

Parabens.

6 February, 2006

Prometido é de Vidro

Filed under: Etc — calvinpresidente @ 2:59 pm

Melhor que um rebuçado, é um pacote de rebuçados.

E Dr. Bayard, que é para ver se a garganta fica melhor e já consegues vir botar faladura.

rebuçados.gif

E já agora, aqui fica um novo link para a secção do lado…

http://alvo-novela.blogspot.com/

3 February, 2006

Nevoeiro a partir do monte dos vendavais

Filed under: Etc — calvinpresidente @ 12:38 pm

Esta manhã, no vale de Odivelas.

Nevoeiro1.jpg

2 February, 2006

A UZ não vai fechar, mas…

Filed under: Etc — calvinpresidente @ 12:34 pm

A UZ não vai fechar, ao contrário de muito e-mail, bem intencionado que por aí anda… mas precisa de ajuda, isso precisa, principalmente por causa do frio.

Se alguem puder ajudar, aqui fica o pedido da UZ que pode ser encontrado aqui

 

30 Janeiro 2006  – Pedido de ajuda para os cães da UZ
O frio tem-se feito sentir um pouco por todo o lado… Ontem nevou em Lisboa, como não acontecia há 50 anos.
Os nossos cães, principalmente os mais idosos, têm-se ressentido bastante com este frio.
Vimos apelar à vossa ajuda e solidariedade…
Precisamos de cerca de 60 camas de plástico para cão (tamanho médio e grande) para que os nossos cães mais necessitados fiquem mais aconchegados e passem melhor estas noites frias.
Se tiver uma cama de cão que já não precise e desejar contribuir para proporcionar um Inverno mais quente aos nossos cães poderá entregá-la no albergue da UZ (perto de Sete Rios) na Rua Padre Carlos dos Santos, em S. Domingos Benfica (de trás da Igreja das Furnas), todos os dias das 14h00 às 17h00.

Os nossos cães agradecem!

 

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