Falava com a minha mais que tudo na estória do electricista que não precisava de saber português… quando ela me fez notar no seguinte… Se o electricista não precisa… quem é que precisa? Só os senhores doutores??
e penso eu …Já agora, não será que a senhora ministra queria dizer que só alguns deveriam ter acesso a essa instrução? Porque não começar logo de pequenino… nos colégios de meninos ricos, havia português inglês e francês, nas outras… bom nas outras dependeria, se houvesse alguém lá da rua da escola que soubesse ler, até podia ir ensinar umas coisas dessas….
Na verdade, sinto-me algo diminuído por não ter reparado logo na profundidade do pensamento da senhora ministra. Genial, esta digna representante da classe dos mono-neurônicos, conseguiu resolver o problema do analfabetismo e da iliteracia de uma só vez. Claro que as outras crianças, portuguesas (mas pouco), nunca saberão falar ou escrever em condições, mas como também não vão entrar para as sondagens, estas vão ficar com uma apresentação muito melhor…. e a senhora ministra pode ficar na historia como “akela k resolveu o prublma du hanalbafetismo” …
por outro lado, se alguém mono-neurónico consegue chegar a ministra da educação, também não há de ser uma simples disciplina curricular que vai impedir o desenvolvimento sócio-cultural das criancinhas. certo?